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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

PROVIDÊNCIAS JÁ!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

SEMANA DA FAMÍLIA 2013


terça-feira, 16 de julho de 2013

SEMANA MISSIONÁRIA


sábado, 13 de outubro de 2012

PAPA LANÇA O "ANO DA FÉ"


Em entrevista para o "Jornal de Opnião", o cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano, falou sobre a 13ª assembleia geral ordinária do Sínodo dos Bispos, que este ano tem como tema “A Nova Evangelização para a Transmissão da Fé Cristã” e sobre o Ano da Fé.

1-Quais fatos motivaram o Papa Bento 16 a convocar a 13ª assembleia geral ordinária do Sínodo dos Bispos, que este ano tem como tema “A Nova Evangelização para a Transmissão da Fé Cristã”?
R. A próxima assembleia do Sínodo dos Bispos é “ordinária” e ocorre dentro do tempo normalmente previsto de 4 a 5 anos entre uma e outra assembleia ordinária. A escolha do tema é que tem motivações próprias: a crise bastante generalizada da fé e da prática religiosa, o relativismo e o indiferentismo religioso, a superficialidade na adesão de fé e a necessidade de retomar a evangelização, diante de situações e desafios novos trazidos pelas mudanças culturais e religiosas do nosso tempo.

2- A partir de que considerações o Instrumento de Trabalho norteará a assembléia?
R. O Instrumento de Trabalho propõe a reflexão no contexto do 50º aniversário do Concílio Ecumênico Vaticano II; partindo de Jesus Cristo, “Evangelho de Deus para o mundo”, que a Igreja anuncia e testemunha aos homens de todos os tempos, trata-se, a seguir, dos vários cenários que a missão evangelizadora da Igreja atualmente enfrenta; fala-se da missão da Igreja, que é permanente e sempre atual. Depois o Instrumento de Trabalho trata da transmissão da fé e da revitalização da ação pastoral da Igreja que, na minha visão, são as questões centrais do tema do Sínodo.

3-De que critérios e colaborações os organizadores do Sínodo se valeram para eleger essas questões como fundamentais?
R. Uma consulta ampla às Conferências Episcopais de todo o mundo, ao próprio Conselho do Sínodo dos Bispos e a outros Organismos da vida eclesial ajudaram a escolher essas questões.

4- Em linhas gerais, qual o teor das contribuições oferecidas pelas dioceses brasileiras ao Instrumento de Trabalho?
R. Elas também foram consultadas e houve contribuições importantes, mesmo se não foram tão abundantes; essas contribuições referem-se a experiências já adquiridas no Brasil na promoção da “nova evangelização”, como as missões populares, as visitas domiciliares, os projetos de evangelização da CNBB...

5- O termo Nova Evangelização remete a ações junto às populações da Europa que depois de difundirem o cristianismo no Novo Mundo, hoje se mostram afastadas da fé. A Igreja pretende alcançar outras comunidades com a Nova Evangelização, especialmente na América Latina onde, além do arrefecimento da fé, tem-se presenciado o surgimento de inúmeras seitas religiosas?
R. Um dos motivos para a criação do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, pelo papa Bento XVI, foi a renovada ação evangelizadora nos lugares de “antiga evangelização”, como o Oriente Médio, o Norte da África e mesmo uma parte da Europa. O Sínodo, porém, tem uma preocupação ainda mais abrangente e trata da necessidade de fazer isso em todo o mundo, mesmo nos lugares de evangelização “recente”, como a América, a Oceania e a África. O motivo é que a missão da Igreja nunca pode ser tida como “já concluída” e precisa ser promovida sempre de novo.

6- A Nova Evangelização deveria também voltar-se para o interior da própria Igreja? De que forma?
R. Evidentemente, a própria Igreja, entendida como a Comunidade dos batizados, é sempre a primeira destinatária da evangelização; há muitos membros da Igreja que nunca foram evangelizados e, outros, que esfriaram na fé, ou abandonaram a prática religiosa e a fé; eles são filhos da Igreja, que precisam muito de uma nova evangelização. E as instituições da Igreja e suas organizações pastorais também precisam de um sopro novo de evangelização, para reflorescerem e produzirem novos e abundantes frutos.

7- No Brasil, especialmente, como a Nova Evangelização poderia acorrer?
R. De fato, ela já está ocorrendo; aos poucos, cresce a consciência de que é preciso colocar-se novamente “em estado de missão” ; muitas novas formas e métodos de evangelização estão aparecendo, embora isso ainda precise desenvolver-se muito mais. No Brasil e na América Latina, em geral, fala-se de nova evangelização desde a Conferência de Santo Domingo (1992); tratou-se também disso no Sínodo para a América (1998) e, de maneira incisiva, na Conferência de Aparecida (2007).

8- Por que um Sínodo sobre Nova Evangelização, se há tantos anos se vem falando sobre esse tema na Igreja?
R. Porque agora se percebe de maneira mais clara que isso não é apenas uma necessidade local, em algum país, mas em todo o mundo. Os tempos mudaram e a Igreja está atenta aos sinais dos tempos, dando-se conta de que é preciso retomar o processo evangelizador, que nunca pode ser dado como “já concluído”, de uma vez para sempre. O Papa João Paulo II, na Carta Apostólica “Novo Millennio ineunte” (Entrando no Novo Milênio, 2001), observou que a evangelização, longe de concluída, estava apenas no começo; e convocou todos os fiéis a colocarem mãos à obra... Não é a primeira vez que se faz necessária uma nova evangelização; mesmo sem usar esse conceito, o mesmo processo já aconteceu várias vezes na história da Igreja. E sempre trouxe muitos frutos.

9 - Que novidades o termo Nova Evangelização poderia oferecer em relação à evangelização realizada continuamente pela Igreja?
R. Em primeiro lugar, coloca em evidência que não podemos pressupor que a evangelização já foi feita; quando olhamos atentamente para a realidade, constatamos que a evangelização precisa retomar sempre, mesmo nas famílias e comunidades tradicionalmente bem católicas... Por outro lado, as atitudes e os métodos precisam renovar-se; já não basta dizer que temos igrejas e essas estão abertas para todos, que todos são bem-vindos... É preciso ir ao encontro dos que não vêm e não virão, se não forem buscados e chamados; além disso, não basta uma evangelização superficial, mas é preciso ajudar as pessoas a fazerem uma experiência forte e alegre da fé, cuidando da iniciação à vida cristã em profundidade; diante da diversidade religiosa e do ambiente não mais favorável à transmissão espontânea da fé, é preciso, mais do que nunca, formar bem o cristão católico e dar-lhe condições para que sinta segurança e alegria na sua fé e na sua Igreja.

10- Como o senhor avalia a realização do Sínodo dos Bispos, no momento em que se comemora os 50 anos da convocação do Concílio Vaticano 2º , os 20 nos do Catecismo da Igreja Católica e a convocação do Ano da Fé pelo Papa Bento 16?
R. Todos esses fatos e eventos estão relacionados e se completam. O primeiro objetivo da convocação do Concílio Vaticano II, pelo Beato João XXIII, foi o “incremento da fé católica”, ou seja, a renovação, o revigoramento e a renovada difusão da fé da Igreja; o Catecismo da Igreja Católica, que completa 20 anos, foi um fruto do Concílio e devia ajudar a alcançar aquele objetivo primeiro; e o tema do Sínodo deste ano vai nessa mesma linha. Creio que este é um momento de Deus na vida da Igreja e traz a esperança de frutos abundantes.

11- Que papel tiveram os leigos, tão valorizados pelo Vaticano 2º, na produção do Instrumento de Trabalho, e como poderiam atuar na execução das propostas apresentadas pelo sínodo?
R. Normalmente, os leigos também deveriam ter participado da elaboração de propostas para o Sínodo no momento das consultas as dioceses; posso afirmar que, em São Paulo, houve a participação dos leigos nessa consulta. Na assembleia do Sínodo serão elaboradas muitas propostas e o Papa, como sempre costuma fazer, fará o Documento pós-sinodal, na forma de uma Exortação Apostólica; o que se espera, é que os resultados do Sínodo sejam acolhidos bem por todos e, a partir deles, a nova evangelização seja feita com o esforço e o dinamismo de todos.

12- Que frutos a Igreja pretende colher com o sínodo?
R . Na obra da Igreja, os frutos nem sempre aparecem logo, mas tenho a convicção que serão muitos; eles não serão automáticos, mas dependerão de nosso esforço, unido à ação do Espírito Santo. Posso imaginar que surjam muitas iniciativas missionárias novas, Congregações religiosas e associações de fiéis voltadas para esse fim; e também, uma nova solidariedade missionária entre as Comunidades da Igreja nas várias partes do mundo. A Igreja espera e precisa de um novo e amplo despertar missionário. Mas, como tudo isso é obra da fé, a Igreja precisa, antes de tudo, renovar-se na fé. Para isso, temos o Ano da Fé, que o papa Bento XVI vai abrir no próximo dia 11 de outubro, durante a 13ª. assembleia do Sínodo dos Bispos sobre a “nova evangelização para a transmissão da fé cristã”.

Fonte: Arquidiocese de São Paulo

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DOM MARIANO: 65 ANOS DE VIDA

A Diocese de Santa Luzia de Mossoró parabeniza Dom Mariano Manzana pelos seus 65 anos de vida e 8 anos de Ministério Episcopal em Mossoró. O Povo de Deus sente-se feliz e grato pela vida desse grande servo, que não mede esforços para ver o Reino crescer.
Parabéns, Dom Mariano, que a Virgem de Siracusa possa interceder e iluminar a sua missão.

Natalício- 13/10/2012
Posse em Mossoró- 17/10/2004

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Manoel Caminha Freire de Andrade: Biografia


Monsenhor Caminha, Cônego Caminha, ou simplesmente Padre Caminha, qualquer que seja o título honorífico eclesiástico que lhe seja dado, retrata muito bem o carinho e a dedicação que os pauferrenses ou alto-oesta
nos dedicaram a esse homem que tão bem representou a Igreja de Cristo, e que com tanta sabedoria orientou o rebanho da Igreja Católica, durante cinco décadas.
Filho de Ciríaco Alves e Luzia Freire, nasceu na Cidade cearense de Ereré, a 05 de julho de 1908.
Aprendeu a ler na sua cidade natal, tendo a sua mãe como a sua primeira Professora.
Seguiu para Fortaleza, onde cursou o seminário, ordenando-se Sacerdote, ungido pelo Bispo Dom Manoel da Silva Gomes, a 30 de novembro de 1933.
Foi vigário de Pacoti e Limoeiro do Norte, ambos no Ceará, e, a pedido de Dom Jaime de Barros Câmara, primeiro Bispo de Mossoró, transferido para a Diocese de Mossoró, sendo designado Vigário da Paróquia de Pau dos Ferros.
Em 28 de fevereiro de 1940, chega a Pau dos Ferros o então Padre Manoel Caminha Freire de Andrade, com 32 anos de idade, para dirigir uma das maiores e mais abrangentes paróquias da Diocese de Mossoró.
“Cheguei na sede desta Paróquia no dia 28 de fevereiro de 1940 e tomei posse, solenemente, no dia 03 de março deste mesmo ano, por ocasião da primeira missa paroquial ou conventual, celebrada às 10 horas da manhã. No meu primeiro sermão ao povo, dirigi-lhes palavras de saudação e exortação, pedindo a sua cooperação para poder levar, com proveito da coletividade, a minha missão divina até o dia em que a vontade do Divino Criador queira dar a outro o meu lugar” (Pe. Caminha – livro de tombo paroquial nº 03, pág. 08 ).
Muito inteligente, eloqüente e culto, bom orador, suas homilias, sempre foram marcadas pelo ensinamento da doutrina cristã, quando enfatizava a prática da caridade, da humildade, do amor ao próximo e a Cristo.
Inaugurou uma nova era na maneira de evangelizar o seu povo, bem como iniciou uma verdadeira revolução na construção de obras físicas na paróquia. Angariou, de pronto, a admiração e o respeito dos paroquianos, que começaram a se integrar à nova metodologia de administrar os destinos da paróquia.
E, neste sentido – o de integrar os paroquianos à Igreja, criou inúmeras associações religiosas, tais como: Congregação das Filhas de Maria, dos Vicentinos, Associação das Mães Cristãs, Associação Mariana para jovens, Cruzada Eucarística para as crianças. Esta última, além de promover e propiciar logo cedo às crianças a formação religiosa, tinha também como objetivo o envolvimento às atividade da igreja, como coadjuvante nas celebrações dos atos litúrgicos.
Foi o responsável direto para a chegada a Pau dos Ferros das Irmãs de Caridade da Ordem de São Vicente de Paula. Além de administrar o Patronato Alfredo Fernandes, as referidas Irmãs de Caridade auxiliavam nas funções de evangelização e catequese da Paróquia.
A festa da Padroeira – Nossa Senhora da Conceição – a 08 de dezembro - sempre foi “a menina dos olhos” do Padre Caminha. Na festa, vislumbrava angariar fundos para prover a paróquia de recursos financeiros necessários à sua manutenção, bem como edificar as obras físicas sonhadas e idealizadas. E, para tanto, incentivava e incrementava inúmeras atividades sociais, tais como quermesses, barracas, leilões, rifas, sorteios, etc. E quem, pauferrense da década de cinqüenta, não se lembra da rivalidade entre as barracas “vermelha e azul”, com eleição de rainha, leilões disputadíssimos, e, no término, a expectativa de se saber a receita advinda.
Durante o seu vicariato, construiu inúmeras obras físicas, tais como: construção da casa paroquial, do centro social, da Igreja de São Benedito, da Capela 13 de maio, Capela São Geraldo, Patronato Alfredo Fernandes, bem como construção das Igrejas das Cidades de Rafael Fernandes e de Água Nova, pois à época eram distritos de Pau dos Ferros, a exemplo de Marcelino Vieira, Riacho de Santana e Encanto. E a esses distritos o Padre Caminha se deslocava mensalmente para prestar assistência espiritual aos seus habitantes.
Quando a Paróquia de Santo Antonio, da Cidade de Marcelino Vieira, passou a contar com um vigário residente, dispensando, conseqüentemente, a colaboração do Padre Caminha, a população da referida cidade prestou-lhe uma grande homenagem, oportunidade em que o Desembargador Licurgo Nunes, orador oficial da solenidade, dentre outras observações, disse, em seu discurso:

“Sempre reputei da maior indispensabilidade – de importância inigualável – a presença – a existência – de um Padre, mesmo nos menores núcleos populacionais.

Aqui, exercera a sua eficiente e devotada pastoreação – às suas periódicas visitações – durante o seu já vintenário paroquiato em Pau dos Ferros – S. Excia o Cônego Manoel Caminha Freire – esse magnífico serventuário do catolicismo – condutor espiritual dos mais aprimorados – inteligência lúcida – cultura privilegiada – artífice das mais deslumbrantes realizações do apostolado cristão, cedido do Ceará – a princípio saudoso, recalcitrante – mas depois e atualmente radicado como qualquer nativo intransigente - pleno de amor terreal, dedicado amigo de tudo e de todos – incapaz de ir-se – no que aliás não consentiríamos.
A esse grande Sacerdote ora rendo o preito de gratidão dos seus ex-paroquianos, concedendo-lhe o exercitamento do seu direito de opção, que receberíamos de bom grado”.

Notívago assumido sofria de insônia incurável, resultando daí em caminhadas - andanças - noturnas pela cidade, o que lhe proporcionava muitas vezes observar e flagrar comportamento incompatível de alguns paroquianos, o que não deixava passar em branco, advertindo e admoestando o referido paroquiano na primeira oportunidade que se lhe apresentasse – e às vezes o fazia até mesmo no púlpito - e aí mostrava o seu lado irreverente.

Ao tomar conhecimento do falecimento de alguma pessoa da cidade - a qualquer hora do dia ou da noite – madrugada que fosse, não importava, o Padre Caminha ia imediatamente à Igreja, mais especificamente à sala em que alojava um equipamento de som – “A Voz do Campanário” - e, sem cerimônia, ligava o referido som - (que consistia de duas “bocas” de som - alto falantes - bem potentes, postados no alto da torre da Igreja Matriz), e anunciava a infausta notícia. Isto precedido, invariavelmente, da “Marcha Fúnebre” de Chopin – a mais fúnebre de todas as músicas fúnebres existentes. Era um momento lúgubre que ficou guardado na memória de todos os pauferrenses que conviveram àquela época. E isto sem se falar no pavor e na apreensão (expectativa para se saber quem havia morrido) que se instalavam, em todos, quando começavam a ouvir os primeiros acordes da referida música.
Quando não se falava nem se apregoava o respeito à ecologia, bem como o bom trato aos animais, o Padre Caminha, pioneiramente, já o fazia, quando, amparando animais e pássaros, domésticos ou silvestres, mutilados ou abandonados, passava a criá-los em seu quintal, quando chegou a formar um mini-zoológico – atração da meninada de Pau dos Ferros.
Apreciador de um bom charuto, de preferência o cubano - sorvia-o lentamente, deliciando todo o seu paladar e aroma agradáveis. Quando o ambiente não lhe permitia fumar charuto, costumava manter a dependência ao tabaco mascando fumo.
Além das funções sacerdotais, exerceu o magistério, sendo Professor, quando ministrou aulas de Português e Francês a turmas do Ginásio 4 de setembro.
No dia 02 de dezembro de 1954 foi nomeado Cônego, em ato da lavra de D. Eliseu Simão Mendes, então Bispo da Diocese de Mossoró. E, em março de 1966, D. Gentil Diniz Barreto, Bispo titular da Diocese, outorgou-lhe a comenda eclesiástica de Monsenhor.
Foi-lhe concedido, pela Câmara Municipal de Pau dos Ferros, através da Lei Municipal de nº 86, de 20 de novembro de 1958, o título de cidadão pauferrense.
Faleceu no dia 09 de julho de 2003, e foi sepultado no jardim direito da Matriz de Nossa Senhora da Conceição. O seu jazigo é visitado diariamente por inúmeras pessoas que vão até lá orar e prestar homenagens a esse Sacerdote que tanto fez por Pau dos Ferros e por seu povo.
Quando do seu falecimento e conseqüente sepultamento houve uma afluência de verdadeira multidão, não só de Pau dos Ferros, como de toda a Região do Alto Oeste. A Cidade parou literalmente. Era o povo – os seus paroquianos – prestando uma última homenagem àquele grande bem-feitor e que durante 50 anos tão bem cuidou e orientou espiritualmente a população de uma região.
Foi decretado luto oficial por três dias em todo o Município de Pau dos Ferros.
A praça existente em frente à casa Paroquial foi denominada de “Praça Monsenhor Caminha”, numa homenagem póstuma muito justa e significativa e na tentativa de perpetuar o seu nome para a história do Município, do Estado e do País. 
Por Licurgo Nunes Quarto/Facebbok